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28 março 2009

Veja quais são e quem produz os componentes do iPhone

Veja quais são e quem produz os componentes do iPhone

O Apple iPhone enfim chegou ao mercado norte-americano e os analistas já começaram a desmontar o aparelho para descobrir que empresas estão fornecendo os componentes do aparelho.

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Confira a seguir algumas das peças mais importantes do celular da Apple e seus fabricantes, tais como identificados até o momento:

  • A sul-coreana Samsung Electronics produz o processador principal, bem como os chips de memória flash e de memória DRAM que armazenam música, fotos e outros dados do usuário. Os chips respondem por US$ 76,25 do conteúdo de semicondutores em cada iPhone de 8 gigabytes. O processador se baseia em uma tecnologia licenciada da ARM Holdings, do Reino Unido.
  • A Balda, da Alemanha, em associação com sua parceira chinesa TPK Holding, fornece o módulo de tela, que custa cerca de US$ 27.
  • Epson, Sharp e Toshiba Matsushita Display Technology fornecem o sistema de tela sensível a toques, que custa cerca de US$ 24,50.
  • A alemã Infineon Technologies fornece o transceptor, o processador de banda e os sistemas de administração de energia do aparelho. O custo total de seus componentes é de US$ 15,25.
  • A britânica Wolfson Microelectronics produz o chip de processamento de áudio. A empresa já fornece chips de áudio para o popular iPod, também da Apple.
  • O Marvell Technology Group, dos Estados Unidos, produz o chip Wi-Fi que permite que o iPhone se conecte a redes sem fio para acessar a Internet. O componente custa US$ 6.
  • A Skyworks Solutions fornece o amplificador de potência para redes de celulares.
  • A britânica CSR fornece o chip Bluetooh para conexão sem fio do aparelho com acessórios como microfones, ao custo de US$ 1,90.

    Outros componentes são fornecidos por Linear Technology, Broadcom, NXP Semiconductors, National Semiconductor, Micron Technology, Texas Instruments, STMicroelectronics, Silicon Storage Technology e RF Microdevices.

    De acordo com a iSuppli, que pesquisa o mercado de tecnologia, o iPhone de 8 gigabytes, comercializado por US$ 599, custa US$ 265,83 em termos de componentes e produção. Tina Teng, analista da empresa, estima que 4,5 milhões de iPhones serão embarcados este ano, e que o total subirá a 30 milhões até o final de 2011.

  • 23 fevereiro 2009

    Tem iPhone nos negócios

    Tem iPhone nos negócios

    Fonte: http://info.abril.com.br/professional/mobilidade/tem-iphone-nos-negocios.shtml – by Max Alberto Gonzales, de INFO Online

    Divertido e elegante, o iPhone foi recebido, inicialmente, como um dispositivo de uso essencialmente pessoal. Mas não demorou para que o mundo corporativo descobrisse o potencial do smartphone para os negócios. Na App Store, a loja online de programas da Apple, já há cerca de 300 aplicativos classificados como de negócios. Grandes produtores de software, como Oracle, Citrix e IBM vêm investindo no desenvolvimento de aplicativos para essa plataforma, que ganha aceitação crescente em empresas de todos os tamanhos.

    A Citrix, por exemplo, trabalha no chamado projeto Braeburn (o nome é de uma variedade de maçãs). Seu objetivo é desenvolver uma versão do Citrix Receiver para o iPhone. Previsto para ser lançado até junho, o programa permitirá que o usuário use o iPhone para controlar seu micro com Windows a distância. Ele vai poder rolar as janelas com os dedos, acionar o zoom com movimentos de pinça e usar o teclado virtual como acontece nos programas do smartphone. Assim, será possível usar, a distância, qualquer aplicativo de negócios que esteja instalado no PC.

    Apesar de o produto ainda não estar finalizado, ele vem despertando enorme interesse entre os clientes da empresa. “O blog sobre os aplicativos que desenvolvemos para o iPhone é, de longe, o mais visto em nosso site”, diz Chris Flack, vice-presidente de desenvolvimento de soluções da Citrix.

    No caso dos aplicativos que podem ser acessados via web, não é preciso fazer grandes modificações para que possam ser acionados por meio do navegador Safari, presente no iPhone. A divisão Lotus, da IBM, por exemplo, transformou sua suíte de produtividade Lotus Notes no iNotes, para o iPhone. Além disso, atualizou seu servidor de correio Lotus Domino com interfaces para o smartphone da Apple e para outros dispositivos móveis, como o BlackBerry, da RIM. “Nossa estratégia é fazer nosso serviço de colaboração disponível numa variedade grande de aparelhos”, diz Ricardo Rossi, gerente da divisão Lotus da IBM Brasil. “E foi muito simples. Foi só adaptar o sistema para o Safari”, afirma ele. O iNotes foi liberado para os usuários em agosto.

    Na telinha do iPhone, o iNotes se abre com rapidez. O usuário pode saber quais contatos estão online, consultar calendários, documentos e bases de dados. Isso se traduz em produtividade para o usuário, que pode acessar as informações em qualquer lugar onde haja uma conexão Wi-Fi ou 3G. A única ressalva é que a telinha compacta do smartphone exige alguma prática ao visualizar grandes quantidades de informação. É preciso usar o zoom e observar os dados em partes.

    Mais do que ações
    A Oracle também desenvolveu soluções que permitem o acesso a seus aplicativos em sistemas operacionais móveis como Symbian, BlackBerry e iPhone. “É preciso oferecer mais do que consulta a ações”, diz Lenley Hensarling, vice-presidente do grupo Enterprise One da Oracle, sediado em Redwood Shores, na Califórnia. O interesse partiu dos próprios clientes, afirma ele.
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    Uma das primeiras aplicações para iPhone lançadas pela empresa foi o Oracle Approval for Sales Manager, que aprova operações de compra e venda. “O executivo pode usar o iPhone para consultar as informações e aprovar uma transação antes de voltar ao escritório”, diz Hensarling. A prioridade da Oracle é transportar os aplicativos de tomada de decisão para o iPhone, como uma versão do Oracle Business Indicators, que acessa até 5 mil métricas.

    Prova de conceito
    Na SAP, os aplicativos para iPhone estão em fase de prova de conceito. Alguns clientes da empresa já estão fazendo testes com eles. A empresa prevê lançar no segundo trimestre deste ano, as primeiras versões de seus produtos para o smartphone. “Com 3G é mais fácil trabalhar com aplicativos online”, diz Javier Flores, diretor de desenvolvimento de negócios da SAP América Latina. Para ele, se os processos de negócios estão documentados e já fazem parte de um aplicativo, é só uma questão de fazer o código para o ambiente móvel.

    A SAP já lançou uma versão de seu CRM para o BlackBerry no fim de 2007. O executivo faz um telefonema para um novo cliente, e o CRM oferece um menu para cadastrar e documentar o contato comercial. O BlackBerry é sincronizado com o CRM da empresa em tempo real. “As empresas dão BlackBerry aos funcionários. O aparelho da RIM é mais presente no ambiente corporativo”, diz Flores. O iPhone ficou para depois.
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    Uma pesquisa feita por Chris Flack, em seu blog no site na Citrix, aponta que 36% dos CIOs se guiam pelos critérios de demandas de negócios, retorno do investimento e conformidade com as normas legais. Já critérios como a produtividade e o desejo dos usuários são privilegiados por apenas 21% dos CIOs. Isso explica, por exemplo, a decisão da CA de não criar, por enquanto, versões de seus aplicativos para o iPhone. Embora o aparelho esteja no topo da lista de desejos dos usuários, ele não está tão bem posicionado em outros critérios de avaliação.